Cronologia

As últimas…

Obrigado Otelo Saraiva de Carvalho!

Obrigado Otelo por teres sido o principal obreiro do 25 de Abril! Do 25 de Abril de 1974 ao 25 de Novembro de 1975 vivi um dos períodos mais felizes da minha vida. Os sonhos então vividos continuam bem presentes!25 de Abril Sempre! Morte ao fascismo!#OteloSCarvalho #Grândola1976

Março um mês frio que já foi de esperança

No 11 de Março de 1975 Spinola tenta dar um golpe de estado militar a pretexto de “uma ameaça comunista” e foge para Espanha roubando um helicóptero à FAP. Mais tarde (1981), viria a ser promovido a marechal pelo chefe militar do 25 de Novembro de 1975, General Ramalho Eanes, quando era Presidente da República. Onde andará o “relatório” sobre estes crimes branqueados?…

Em Maio de 1974 explode a onda de reivindicações, no mundo do trabalho, em todo o país.
Em todos os sectores da economia reclama-se o fim das injustiças da exploração capitalista.
Estamos a preparar uma “listagem” de artigos saídos nos jornais que vão ilustrar a marcha de um processo que ia muito para além das reivindicações salariais.

conjunto de artigos publicados em Maio e Junho de 1974 sobre as reivindicações dos porteiros, auxiliares de limpeza e actividades afins

LISTAGEM DE NOTÍCIAS SAÍDAS NOS JORNAIS ENTRE ABRIL E JUNHO DE 1974
SOBRE AS LUTAS E REIVINDICAÇÕES NAS EMPRESAS.
Encontra um índice ordenado pelo nome da empresa nas páginas 254, 255 e 256.
Pode ainda, se lhe interessar, transferir o ficheiro no botão “Descarregar”

Lista da designação das fontes – Jornais (manuscritos nos artigos)
C – “A Capital”
R – “República”
DN – “Diário de Notícias”
S – “O Século”
DL – “Diário de Lisboa”
DP – “Diário Popular”
LP – “Luta Popular”
GP – “Grito do Povo”

Após a primeira listagem por nome de empresas passamos agora a registar alguns acontecimentos por ramo de actividades.

Nos campos de Portugal…

Registo de alguns artigos de jornal sobre as lutas travadas por camponeses, agricultores, rendeiros e outros agentes ligados à agricultura.

Viva o Poder Popular!

Depois da explosão de alegria veio a necessidade da organização social. As pessoas ergueram com as suas próprias mãos “estruturas” espontâneas de poder que não passavam pelos palácios dos “mandantes” tradicionais.
É assim que nascem as “comissões de moradores”, comissões de aldeia, etc…
Ao longo dos meses que decorreram até ao 25 de Novembro de 1975, cresceram e afirmaram-se, as comissões de trabalhadores, moradores, soldados, paralelamente ao poder “instituído” pelas elites que procuravam outro “ordenamento democrático” formal.
As lutas que se sucederam puseram em causa esse tal ordenamento “representativo” e constituíram um ensaio para a edificação da Democracia Directa.: De baixo para cima, exercendo o poder da vontade da comunidade e não o “poder representativo” parido por grupos e corporações políticas e económicas.

Poucos dias passados do 25 de Abril de 1974 estalam nos bairros espontaneamente as reivindicações, muitas delas de uma forma quase ingénua, mas que denunciavam a profunda miséria em que encontravam as camadas mais desfavorecidas no regime fascista.

Eis aqui alguns casos e ocorrências vividos em bairros populares de Lisboa.

Ainda sobre o “Poder Popular”http://uivemosjuntos.blogspot.com/2014/11/para-historia-e-sobre-mentira-do-25-de.html


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